quarta-feira, 31 de outubro de 2018

CRC 02/2018 – Questão nº22 da Prova Branca (nº23 da Prova Verde, nº24 da Prova Amarela e nº24 da Prova Azul) – Contabilidade Aplicada ao Setor Público

Uma entidade pública foi acionada na justiça por um antigo funcionário, que cobrava R$ 20.000,00 referentes ao adicional de insalubridade não pago. Os advogados da entidade consideram que o risco de perda na justiça é possível. Assinale a alternativa que indica o tratamento contábil correto do fato de acordo com a NBC TSP 03 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes.

A) Constituir provisão para contingências e evidenciar o fato em nota explicativa.
B) Constituir provisão para contingências, mas não evidenciar o fato em nota explicativa.
C) Não constituir provisão para contingências, mas evidenciar o fato em nota explicativa.
D) Não constituir provisão para contingências e nem evidenciar o fato em nota explicativa.


Resolução em texto elaborada pelo Profº Thiago:

1º) O que a questão pede?

Para identificar a alternativa que apresente o tratamento contábil correto do fato apresentado de acordo com a NBC TSP 03.

2º) Qual estratégia vamos usar para resolver?

Para resolver essa questão, bastava saber a relação entre as provisões e os passivos contingentes.

O termo contingente é usado para passivos que não são reconhecidos pois a sua existência ainda não está confirmada.

A norma determina que as provisões devem ser reconhecidas como passivos quando é provável que haja saída de recursos.

Já os passivos contingentes não são reconhecidos pois, apesar de ser possível que haja a saída de recursos, ainda existe a necessidade de confirmação da obrigação.

O enunciado do exercício informou que o risco de perda é possível. Esse é o indicativo de a obrigação de pagar ainda deverá ser confirmada e que por isso o passivo contingente não deve ser reconhecido como passivo.

A norma ainda determina que o passivo contingente deve ser divulgado em notas explicativas a menos que a saída de recursos seja remota.

Para aprofundamento dos estudos, recomendo a leitura dos itens 20 a 22, 35, 36 e 100.

Gabarito: “C”

Acesse outras questões resolvidas no link abaixo:

Link para NBC TSP 03 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes.

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terça-feira, 30 de outubro de 2018

CRC 02/2018 – Questão nº21 da Prova Branca (nº18 da Prova Verde, nº20 da Prova Amarela e nº19 da Prova Azul) – Contabilidade Gerencial

A Companhia NKT apresentou uma relação dos seus custos fixos totais e variáveis unitários em determinado período, a saber:
O preço de venda fixado para cada unidade é de R$ 1.200,00. Com base no custeio variável e considerando as informações disponíveis, quantas unidades devem ser produzidas e vendidas no período para que a empresa tenha um lucro equivalente a 30% de sua receita total?

A) 2.300.
B) 2.400.
C) 2.500.
D) 2.600.


Resolução em texto elaborada pela Profª Yasmin:

1º) O que a questão pede?

A quantidade de unidades a produzir e vender para que empresa tenha um equivalente a 30% de sua receita total.

2º) Qual estratégia vamos usar para resolver?

Bom, essa questão é muito simples e para resolver é necessário ter conhecimento sobre Ponto de Equilíbrio Econômico.

Para calcular as quantidades pelo Ponto de Equilíbrio Econômico, a fórmula é:

PEE = Custos e Despesas Fixos + Lucro Total Desejado
                              MC unitária

Ou...

PEE =      Custos e Despesas Fixos
          (MC unitária – Lucro unitário)

Para conseguir calcular o “Ponto de Equilíbrio Econômico”, primeiramente precisamos saber a “Margem de Contribuição Unitária” (MC unitária), que é a calculada assim:

MC unitária = Preço de Venda – Custos e Despesas Variáveis
MC unitária = R$ 1.200,00 – R$ 700,00
MC unitária = R$ 500,00

O Lucro é de 30% sobre a Receita Total, mas como ainda não sabemos a Receita Total, então, calcularemos sobre o Preço de Venda Unitário:
Lucro unitário = 1.200 x 30% = 360,00

Com isso, o Ponto de Equilíbrio Econômico será:
PEE =      350.000,00
          (500,00 – 360,00)
PEE = 350.000,00 / 140,00
PEE = 2.500 unidades

Gabarito: “C”

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segunda-feira, 29 de outubro de 2018

CRC 02/2018 – Questão nº20 da Prova Branca (nº19 da Prova Verde, nº21 da Prova Amarela e nº18 da Prova Azul) – Contabilidade de Custos

A companhia Gama Industrial apresentou a seguinte relação em determinado período:
Com base nos dados disponibilizados, assinale a alternativa que corresponde, respectivamente, aos custos primários e de transformação no período.

A) R$ 23.200.000,00 e R$ 23.530.000,00.
B) R$ 24.030.000,00 e R$ 23.530.000,00.
C) R$ 23.200.000,00 e R$ 22.450.000,00.
D) R$ 24.030.000,00 e R$ 22.450.000,00.


Resolução em texto elaborada pelo Profº Thiago:

1º) O que a questão pede?

Para identificar a alternativa que apresente os valores corretos dos Custos Primários e dos Custos de Transformação, respectivamente.

2º) Qual estratégia vamos usar para resolver?

Primeiramente vamos começar definindo o que é Custo Primário e Custo de Transformação.

O Custo Primário é composto pela matéria-prima e pela mão-de-obra direta.

Para ajudar o aluno a memorizar isso, costumo dizer para pensar que Primário remete a algo que seja Básico e, o básico para se conseguir ter uma produção é a matéria-prima e a mão-de-obra direta.

Somando estes dois itens teremos:
8.200.000,00 + 15.000.000,00 = 23.200.000,00

Já o Custo de Transformação é composto pela mão-de-obra direta e por todos os custos indiretos de fabricação. Para ajudar a memorizar, eu costumo dizer para os alunos identificarem todos os itens que são necessários para transformar a matéria-prima em produto.
Esse raciocínio deve fazer com que o aluno exclua a MP da conta, uma vez que ela não pode transformar ela mesma.

Sendo assim, iremos utilizar os seguintes itens:

Energia elétrica da Fábrica                   R$ 2.490.000,00
Limpeza da Fábrica                               R$ 830.000,00
Salário dos Supervisores da Fábrica       R$ 4.700.000,00
Depreciação Máquinas                           R$ 1.900.000,00
Mão de Obra Direta                               R$ 8.200.000,00
Seguro da Fábrica                                 R$ 830.000,00
Aluguel da Fábrica                                R$ 3.500.000,00
TOTAL                                                   R$ 22.450.000,00

Outra coisa importante para saber é que todos os gastos envolvidos com a produção são considerados Custos e que todos os gastos envolvidos com a venda ou com outros departamentos são considerados como Despesas.

Gabarito: “C”

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sexta-feira, 26 de outubro de 2018

CRC 02/2018 – Questão nº19 da Prova Branca (nº21 da Prova Verde, nº18 da Prova Amarela e nº20 da Prova Azul) – Contabilidade de Custos

O departamento Alfa de produção possui um Custo Indireto total de R$ 17.000,00 e precisa distribui-lo a três produtos: X, Y e Z. Os seguintes dados foram disponibilizados:
As horas-máquina (H/M) utilizadas para a fabricação dos produtos X, Y e Z foram de 1.500, 2.000 e 2.500, respectivamente. Verifica-se, portanto, um total de horas-máquina utilizadas de 6.000.

O custo total do produto X considerando o rateio com base na (MP), o custo total do produto Y utilizando o rateio com base no (CD) e o custo total do produto Z usando o rateio baseado em (H/M) têm, respectivamente, os valores:

A) R$ 16.594,59, R$ 19.534,88 e R$ 24.083,33.
B) R$ 16.744,19, R$ 19.513,51 e R$ 23.083,33.
C) R$ 16.594,59, R$ 19.534,88 e R$ 23.083,33.
D) R$ 16.744,19, R$ 19.513,51 e R$ 24.083,33.


Resolução em texto elaborada pela Profª Yasmin:

1º) O que a questão pede?

Que assinalemos a alternativa com os valores dos custos totais dos produtos X, Y e Z, respectivamente, utilizando os critérios de rateio estabelecidos.

2º) Qual estratégia vamos usar para resolver?

Bom, se você conhece pelo menos o “básico” da Contabilidade de Custos, saberá que para se calcular o custo total de qualquer um dos produtos, temos que somar todos os custos diretos e os custos indiretos de maneira individual.

Na tabela do enunciado, estão apresentados os custos diretos dos produtos X, Y e Z, que são a Matéria-prima + a Mão de Obra Direta, entretanto, não temos o custo indireto total já separado entre os produtos, com isso teremos que efetuar o “rateio” utilizando os critérios estabelecidos na questão.

O custo indireto total (CIF) é de R$ 17.000,00, e os critério são:
Produto X = rateio com base na Matéria Prima (MP)
Produto Y = rateio com base no Custo Total (CD)
Produto Z = rateio baseado em Horas-Máquina (H/M)

Ou seja, a questão nos trouxe um critério diferente para cada produto, e teremos que calcular um por um. Vamos lá então!

Rateio e Custo Total do Produto X:

a) Se o critério é a  Matéria Prima (MP), então dividiremos os 17.000,00 do custo indireto total, pela total da MP e depois multiplicaremos pela MP do Produto X. Assim:
Rateio = (17.000 / 37.000) x 10.000
Rateio = 4.594,59

b) Para saber o Custo Total do Produto X, basta somar seu custo direto + custo indireto rateado, sendo:
Custo Total = 12.000,00 + 4.594,59
Custo Total = 16.594,59

Com isso, conseguimos já eliminar as alternativas da letra “B” e “D”, pois o Custo Total do Produto X é R$ 16.594,59.

Rateio e Custo Total do Produto Y:

a) Se o critério é o Custo Total (CD), então dividiremos os 17.000,00 do custo indireto total, pela total do CD e depois multiplicaremos pela CD do Produto Y. Assim:
Rateio = (17.000 / 43.000) x 14.000
Rateio = 5.534,88

b) Para saber o Custo Total do Produto Y, basta somar seu custo direto + custo indireto rateado, sendo:
Custo Total = 14.000,00 + 5.534,88
Custo Total = 19.534,88

Rateio e Custo Total do Produto Z:

a) Se o critério é em Horas-Máquina (H/M), então dividiremos os 17.000,00 do custo indireto total, pela total das H/M e depois multiplicaremos pela H/M do Produto Y. Assim:
As H/M no enunciado são: 1.500, 2.000 e 2.500, aos produtos X, Y e Z. Ou seja, o total das H/M é de 6.000 horas.
Rateio = (17.000 / 6.000) x 2.500
Rateio = 7.083,33

b) Para saber o Custo Total do Produto Y, basta somar seu custo direto + custo indireto rateado, sendo:
Custo Total = 17.000,00 + 7.083,33
Custo Total = 24.083,33

Com isso, já temos os valores dos custos totais dos produtos X, Y e Z, respectivamente: 
Produto X = 16.594,59
Produto Y = 19.534,88
Produto Z = 24.083,33

Gabarito: “A”

Se você tem dificuldade em calcular “rateio” ou quiser rever o básico de Contabilidade de Custos para o exame, assista essa super aula gratuita no link abaixo:

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quinta-feira, 25 de outubro de 2018

CRC 02/2018 – Questão nº18 da Prova Branca (nº20 da Prova Verde, nº19 da Prova Amarela e nº21 da Prova Azul) – Contabilidade de Custos

Uma empresa industrial apresentou os seguintes dados em determinado período, a saber:

·       Custo Fixo Total (CF) = R$ 100,00;
·       Custo Variável Unitário (CVu) = R$ 20,00.

Sabe-se que o Custo Médio (CMe) pode ser obtido somando-se o Custo Fixo Unitário (CFu) ao Custo Variável Unitário (CVu). Com base nas informações disponibilizadas e considerando que a entidade produz um único tipo de produto, assinale a alternativa correspondente ao Custo Médio (CMe) quando a quantidade produzida (Q) for igual a 2, 4 e 5 unidades, respectivamente.

A) R$ 60,00, R$ 53,33 e R$ 35,00.
B) R$ 60,00, R$ 53,33 e R$ 40,00.
C) R$ 70,00, R$ 45,00 e R$ 40,00.
D) R$ 70,00, R$ 45,00 e R$ 35,00.


Resolução em texto elaborada pelo Profº Thiago:

1º) O que a questão pede?

Para calcular o Custo Médio nas situações em que a empresa produzir 2, 4 e 5 unidades do produto.

2º) Qual estratégia vamos usar para resolver?

O enunciado forneceu em detalhes exatamente o que devemos fazer para responder essa questão.
Primeiro vamos dividir o Custo Fixo Total pelo número de unidades produzidas, obtendo o Custo Fixo Unitário. Depois vamos somar ao Custo Variável Unitário e com isso iremos obter o Custo Médio Unitário.

Então, para cada uma das situações, temos:

2 unidades à 100,00 (CFt)/2 = 50,00 (CFu) + 20,00 (CVu) = 70,00 (CMe unitário)
4 unidades à 100,00 (CFt)/4 = 25,00 (CFu) + 20,00 (CVu) = 45,00 (CMe unitário)
5 unidades à 100,00 (CFt)/5 = 20,00 (CFu) + 20,00 (CVu) = 40,00 (CMe unitário)

Portanto, temos R$ 70,00, R$ 45,00 e R$ 40,00, respectivamente.

Gabarito: “C”

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quarta-feira, 24 de outubro de 2018

CRC 02/2018 – Questão nº17 da Prova Branca (nº15 da Prova Verde, nº16 da Prova Amarela e nº15 da Prova Azul) – Princípios e Normas Brasileiras

O artigo 178 da Lei nº 6404/1976 define que as contas serão dispostas no Ativo em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos nelas registrados. Todas as contas contábeis a seguir podem ser classificadas no Ativo Circulante, EXCETO:

A) Ações em tesouraria.
B) Estoque de matéria-prima.
C) Conta corrente em bancos.
D) Despesas pagas antecipadamente.


Resolução em texto elaborada pela Profª Yasmin:

1º) O que a questão pede?

Que assinalemos a alternativa que nos mostre a “exceção” ou seja, o que “não é” uma conta do Ativo Circulante.

2º) Qual estratégia vamos usar para resolver?

Essa questão é muiiito simples, e se você tiver estudado o Plano de Contas que vem no edital do exame (lá no Anexo III) vai “tirar de letra”.

Ao analisar as contas contábeis, as que fazem parte do “Ativo Circulante” são:
Estoque de matéria-prima (letra B)
Conta corrente em bancos (letra C)
Despesas pagas antecipadamente (letra D)

A conta de “Ações em tesouraria” é uma conta que faz parte do grupo do Patrimônio Líquido, ou seja, ela “não faz parte” do Ativo Circulante.

Gabarito: “A”

Baixe aqui o Plano de Contas do Edital do Exame:

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terça-feira, 23 de outubro de 2018

CRC 02/2018 – Questão nº16 da Prova Branca (nº17 da Prova Verde, nº15 da Prova Amarela e nº16 da Prova Azul) – Princípios e Normas Brasileiras

Determinada empresa de mineração explora as jazidas de sua propriedade e anualmente registra uma perda que corresponde ao decréscimo de valor dessas reservas minerais. De acordo com a Lei nº 6404/1976 e suas alterações, essa perda denomina-se:

A) Exaustão.
B) Depreciação.
C) Amortização.
D) Reserva de reavaliação.


Resolução em texto elaborada pelo Profº Thiago:

1º) O que a questão pede?

Para identificar a alternativa que apresenta a correta denominação para a perda reconhecida pela exploração de jazidas de minério

2º) Qual estratégia vamos usar para resolver?

Vamos aproveitar para estudar os conceitos envolvidos nessa questão.

A Lei 6.404/76 dispõe sobre as Sociedades por Ações. É também conhecida por “Lei das S/A”. Ela possui uma parte que trata sobre os critérios de Avaliação dos Ativos.

O §2º do Art. 183 diz o regulamenta o seguinte:

“§2º A diminuição do valor dos elementos dos ativos imobilizado e intangível será registrada periodicamente nas contas de:
a) Depreciação, quando corresponder à perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso, ação da natureza ou obsolescência;
b) Amortização, quando corresponder à perda do valor do capital aplicado na aquisição de direitos da propriedade industrial ou comercial e quaisquer outros com existência ou exercício de duração limitada, ou cujo objeto sejam bens de utilização por prazo legal ou contratualmente limitado;
c)  Exaustão, quando corresponder à perda do valor, decorrente da sua exploração, de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais, ou bens aplicados nessa exploração.”

A conta de Reservas de Reavaliação eram utilizadas como contrapartida de aumento do valor de ativo quando eram feitas novas avaliações. Essa conta foi EXTINTA pela Lei 11.638/2007 que trouxe a conta de Ajustes de Avaliação Patrimonial.

Gabarito: “A”

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segunda-feira, 22 de outubro de 2018

CRC 02/2018 – Questão nº15 da Prova Branca (nº16 da Prova Verde, nº17 da Prova Amarela e nº17 da Prova Azul) – Contabilidade Geral

A NBC TG 02 detalha as definições de moeda funcional. Conforme previsto pelo NBC TG 02, a moeda funcional da entidade pode ser determinada por vários fatores. Todos os critérios a seguir podem ser utilizados como evidência para definir a moeda funcional, EXCETO:

A) A moeda que mais influencia os preços de venda de bens e serviços.
B) A moeda por meio da qual são originados recursos das atividades de financiamento.
C) A moeda na qual a flutuação cambial é a menor possível quando comparada ao dólar norte-americano.
D) A moeda por meio da qual os recursos gerados pelas atividades operacionais são usualmente acumulados.


Resolução em texto elaborada pela Profª Yasmin:

1º) O que a questão pede?

Que assinalemos a alternativa que nos mostre a “exceção” de evidência para definir a moeda funcional, ou seja, o que não faz parte de critérios que sirva para a empresa determinar sua moeda funcional.

2º) Qual estratégia vamos usar para resolver?

Para resolver, é necessário ter um pouco de conhecimento dos critérios estabelecidos na “NBC TG 02 – Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão das Demonstrações Contábeis”.

Nessa norma, em seu item 12 nos traz quais são as fontes de informações “externas” e “internas”. Como a questão está querendo somente a “interna”, focaremos nisso então... ok?!

De acordo com a norma, em seus itens 09 e 10, a entidade deve considerar os seguintes critérios para a escolha de sua moeda funcional:

“9. O ambiente econômico principal no qual a entidade opera é normalmente aquele em que principalmente ela gera e despende caixa. A entidade deve considerar os seguintes fatores na determinação de sua moeda funcional:
(a) a moeda: (i) que mais influencia os preços de venda de bens e serviços (geralmente é a moeda na qual os preços de venda para seus bens e serviços estão expressos e são liquidados); e (ii) do país cujas forças competitivas e regulações mais influenciam na determinação dos preços de venda para seus bens e serviços;
(b) a moeda que mais influencia fatores como mão de obra, matéria-prima e outros custos para o fornecimento de bens ou serviços (geralmente é a moeda na qual tais custos estão expressos e são liquidados).
10. Os seguintes fatores também podem servir como evidências para determinar a moeda funcional da entidade:
(a) a moeda por meio da qual são originados recursos das atividades de financiamento (exemplo: emissão de títulos de dívida ou ações).
(b) a moeda por meio da qual os recursos gerados pelas atividades operacionais são usualmente acumulados.”

Com isso, vemos claramente que a única alternativa que “não se enquadra” nesses critério é a letra “C”.

Gabarito: “C”

Baixe aqui a NBC TG 02 – Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão das Demonstrações Contábeis:

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