quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Questão 17 – CRC 02/2017 – Prova Bacharel – Contabilidade Geral

Em 1º.7.2017, uma Academia de Ginástica inaugurou suas instalações com o lançamento de uma campanha que consiste em que seus alunos paguem o pacote trimestral promocional no valor de R$375,00, à vista, no ato da matrícula.

Aderindo a esse pacote, o contrato firmado entre as partes garante ao aluno o direito de frequentar a Academia em qualquer horário, durante três meses, sete dias da semana.

O contrato prevê que, independentemente da frequência do contratante, ao fim de cada mês o valor proporcional é considerado devido e não mais passível de devolução.

No mesmo dia da inauguração, a Academia de Ginástica efetuou a matrícula de 20 alunos e registrou o recebimento, em dinheiro, em seu Caixa no valor de R$7.500,00.

Durante todo o mês de julho, a Academia de Ginástica não efetuou mais nenhuma matrícula e funcionou regularmente. Ao final do mês, apurou que, em média, o comparecimento dos alunos foi de 50%.

A Academia de Ginástica apura mensalmente suas receitas e despesas, em atendimento ao Regime de Competência.

Considerando-se apenas as informações apresentadas e o que dispõe a NBC TG 30 – RECEITAS; e desconsiderando-se os aspectos tributários, o valor da receita que deve ser reconhecida no mês de julho de 2017 é de:

a) R$1.250,00.
b) R$2.500,00.
c) R$3.750,00.
d) R$7.500,00.

Gabarito: “B”

Resolução em texto elaborada pelo Prof. Thiago Chaim:

1º) O que a questão pede?
Para identificar a alternativa que apresente corretamente o valor da receita que deve ser reconhecida no mês de julho de 2017.

2º) Qual estratégia vamos usar para resolver?
O enunciado dessa questão já nos forneceu todas as informações necessárias para a resolução “mastigadas”.

A primeira informação importante que temos de estar atento é o “atendimento ao Regime de Competência”.

Pensando nisso, os valores que se caracterizarem como adiantamentos recebidos não corresponderão à parcela que será reconhecida como receita.

Vamos ver na prática. Pensando em um aluno que pagou 375,00 e pode frequentar a academia durante 3 meses, equivale a 125,00 por mês. Dessa forma, o lançamento contábil dessa operação seria:

D – Caixa ou Eq. Caixa (Ativo)                                   375,00
C – Adiantamento de Clientes (Passivo)                     250,00
C – Receita de Prestação de Serviços (Resultado)      125,00

No mês seguinte, basta lançar uma nova receita contra a conta de adiantamentos, desta forma:

D – Adiantamento de Clientes (Passivo)                     125,00
C – Receita de Prestação de Serviços (Resultado)

Depois de fazer isso no terceiro mês o saldo da conta de adiantamento de clientes será zero.

Agora que entendemos a lógica para um aluno, vamos encontrar o valor equivalente a 20 alunos:

125,00 * 20 = 2.500,00

Para a resolução da questão, há ainda uma forma mais rápida para encontrar o resultado.

Sabendo que os 7.500,00 que entraram no caixa refere-se a 3 meses e que o reconhecimento da Receita deve ser feito seguindo o regime de competência, bastava dividir o valor total recebido por 3 e teríamos o valor equivalente a 1 mês de Receita.

7.500,00 / 3 = 2.500,00

Resolução em vídeo elaborada pela Prof.ª Yasmin:


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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Questão 16 – CRC 02/2017 – Prova Bacharel – Contabilidade Geral

Uma Sociedade Empresária apresentava em seu Balanço Patrimonial de 31.12.2016, diante da presença de indicativo de perda para um determinado ativo imobilizado – mas antes da realização do Teste de Redução ao Valor Recuperável –, um imobilizado registrado pelo valor contábil de R$20.000.000,00, o qual era composto pelos seguintes valores: 
  • Custo de Aquisição: R$24.000.000,00.
  • Depreciação Acumulada: R$4.000.000,00.

 Após realizar o Teste de Redução ao Valor Recuperável para este ativo imobilizado, a Sociedade Empresária obteve as seguintes informações: 
  • Valor em uso do imobilizado: R$21.000.000,00.
  • Valor justo líquido das despesas de venda do imobilizado: R$19.000.000,00.

 Considerando-se apenas as informações apresentadas e o que dispõe a NBC TG 01 (R3) – REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL DE ATIVOS, para a correta evidenciação dos fatos apresentados nas Demonstrações Contábeis do ano de 2016, a Sociedade Empresária deve:

a) manter o valor contábil de R$20.000.000,00 no Balanço Patrimonial apresentado ao final do ano de 2016.
b) reconhecer uma perda estimada para redução ao valor recuperável, na Demonstração do Resultado do período, no valor de R$1.000.000,00.
c) reconhecer, no resultado do ano de 2016, uma perda estimada para redução ao valor recuperável no valor de R$3.000.000,00.
d) reverter parcialmente a Depreciação Acumulada e reconhecer um ganho, na Demonstração do Resultado do período, de R$1.000.000,00.

Gabarito: “A”

Resolução em texto elaborada pelo Prof. Thiago Chaim:

1º) O que a questão pede?
Para identificar a alternativa que apresente corretamente a evidenciação dos fatos descritos no enunciado nas Demonstrações Contábeis da Sociedade Empresária.

2º) Qual estratégia vamos usar para resolver?
Para resolver essa questão, é recomendável que o candidato tenha conhecimento dos conceitos de valor contábil, despesas de venda, valor recuperável, valor justo e valor em uso.

Todos esses conceitos estão descritos na NBC TG 01 e vou apresenta-los aqui:

Valor contábil é o montante pelo qual o ativo está reconhecido no balanço depois da dedução de toda respectiva depreciação, amortização ou exaustão acumulada e ajuste para perdas.

Despesas de venda ou de baixa são despesas incrementais diretamente atribuíveis à venda ou à baixa de um ativo ou de uma unidade geradora de caixa, excluindo as despesas financeiras e de impostos sobre o resultado gerado.

Valor justo é o preço que seria recebido pela venda de um ativo ou que seria pago pela transferência de um passivo em uma transação não forçada entre participantes do mercado na data de mensuração (ver NBC TG 46 – Mensuração do Valor Justo)

Valor recuperável de um ativo ou de unidade geradora de caixa é o maior montante entre o seu valor justo líquido de despesa de venda e o seu valor em uso.

Valor em uso é o valor presente de fluxos de caixa futuros esperados que devem advir de um ativo ou de unidade geradora de caixa.

Mas nada disso faz sentido se você não souber o que é o Teste de Redução ao Valor Recuperável, também chamado de Teste de Recuperabilidade.

As empresas devem avaliar ao fim de cada exercício se há indicação de que algum ativo possa ter sofrido desvalorização. Essas indicações podem ser obtidas por meio de fontes externas ou internas. Se houver alguma indicação, a empresa deve estimar o valor recuperável do ativo por meio do teste.

Esse teste consiste em estimar dois valores, sendo o valor em uso e o valor justo líquido das despesas de venda.

O conceito técnico está descrito acima, mas basicamente a empresa faz uma estimativa do valor que o ativo poderia gerar para empresa por meio do uso desse ativo e estimar o valor que ela poderia obter caso fizesse a venda desse ativo.

O valor estimado dessa venda em potencial deve ser apresentado líquido das despesas necessárias para que a venda se concretize.

Obtidos esses dois valores, a empresa deve utilizar o MAIOR deles para verificar se houve perda por desvalorização ou não.

No caso desse exercício, teremos de comparar o valor em uso de 21.000.000 com o valor justo de 19.000.000. Neste caso, será utilizado o valor em uso do ativo, por ser o MAIOR deles. Esse é o Valor Recuperável do ativo.

Feito isso, temos de comparar o Valor Recuperável com o Valor Contábil e desses dois, será utilizado o MENOR.

Se o valor recuperável for menor que o valor contábil, significa que o ativo está desvalorizado e por isso deve ser reconhecida uma Redução ao Valor Recuperável.

No caso dessa questão, temos um valor contábil de 20.000.000 e um valor em uso de 21.000.000. Como o valor contábil já é menor que o valor em uso, não será necessário fazer nenhum ajuste. Sendo assim, a contabilidade deverá manter o valor contábil no Balanço Patrimonial do ano de 2016. 

Resolução em vídeo elaborada pela Profª Yasmin:


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quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Questão 15 – CRC 02/2017 – Prova Bacharel – Contabilidade Geral

De acordo com a NBC TG 26 (R4) – APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS, a apresentação das despesas na Demonstração do Resultado do período poderá utilizar uma classificação com base na sua natureza, se permitida legalmente, ou na sua função dentro da entidade.

Assinale a opção que contém apenas exemplos de despesas classificadas por Natureza:

a) Despesas Administrativas, Despesas com Depreciação e Despesas com Vendas.
b) Despesas com Benefícios a Empregados, Despesas com Publicidade e Despesas com Depreciação.
c) Despesas com Benefícios a Empregados, Custo dos Produtos Vendidos e Despesas Administrativas.
d) Despesas com Vendas, Despesas com Depreciação e Custo dos Produtos Vendidos.

Gabarito: “B”

Resolução em texto elaborada pelo Prof. Thiago Chaim:

1º) O que a questão pede?
Para identificar a alternativa que apresente corretamente apenas exemplos de despesas por Natureza.

2º) Qual estratégia vamos usar para resolver?
Até aqui, a FBC tem mostrado uma preocupação muito grande com o nível de conhecimento conceitual dos candidatos e se você está aqui com o objetivo de se preparar para a próxima prova, recomendo que dê atenção aos conceitos trazidos pelas Normas Brasileiras de Contabilidade.

De fato, a empresa pode definir o critério que irá utilizar para classificar as despesas e essa classificação pode ser feita com base na natureza ou na função da despesa. Por enquanto, nenhuma novidade.

Basicamente, quando falamos na Natureza da despesa, estamos nos referindo ao que originou essa despesa ou em outras palavras, são despesas com classificações mais específicas. Já a Função da despesa são classificações mais genéricas (ou abrangente) e como o próprio nome diz, são classificadas de acordo com a sua função como parte dos produtos ou serviços vendidos, despesas de distribuição ou mesmo das atividades administrativas.

Então, vamos analisar as alternativas e verificar se as despesas que foram apresentadas são classificadas como Natureza ou Função.

a) Despesas Administrativas, Despesas com Depreciação e Despesas com Vendas.

Tanto as Despesas Administrativas quanto as Despesas com Vendas são classificadas por função, pois é essa a função que elas desempenham na empresa. Apenas a Despesa com Depreciação é classificada por Natureza, pois ela só foi originada pelo fato da empresa possuir ativo imobilizado.

Portanto a alternativa “A” é FALSA.

b) Despesas com Benefícios a Empregados, Despesas com Publicidade e Despesas com Depreciação.

Todas as despesas dessa alternativa são classificadas por Natureza, pois é o que originou a despesa na empresa. Essas despesas só existem, pois, a empresa possui empregados, faz publicidade e possui ativo imobilizado. Qualquer empresa poderia não ter essas despesas e continuar a existir.

Portanto a alternativa “B” é VERDADEIRA.

c) Despesas com Benefícios a Empregados, Custo dos Produtos Vendidos e Despesas Administrativas.

Nessa alternativa, além das despesas administrativas, temos também o custo dos produtos vendidos. São despesas que estão classificadas por suas funções específicas dentro das atividades da empresa.

Portanto a alternativa “C” é FALSA.

d) Despesas com Vendas, Despesas com Depreciação e Custo dos Produtos Vendidos.

Aqui é apenas um mix de opções que analisamos nas alternativas anteriores e como já vimos, tanto as despesas com vendas como o custo dos produtos vendidos são despesas classificadas por suas funções.

Portanto a alternativa “D” é FALSA.

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terça-feira, 21 de novembro de 2017

Questão 14 – CRC 02/2017 – Prova Bacharel – Contabilidade Geral

As normas contábeis, atualmente em vigor no Brasil, requerem, nas Demonstrações Contábeis Consolidadas, a identificação da Participação de Não Controladores.

Considerando-se o que dispõe a NBC TG 36 (R3) – DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS, a participação de não controlador é:

a) a parte do ativo da controlada não atribuível, direta ou indiretamente, à controladora.
b) a parte do ativo da controladora não atribuível, direta ou indiretamente, à controlada.
c) a parte do patrimônio líquido da controladora não atribuível, direta ou indiretamente, à controlada.
d) a parte do patrimônio líquido da controlada não atribuível, direta ou indiretamente, à controladora.

Gabarito: “D”

Resolução em texto elaborada pelo Prof. Thiago Chaim:

1º) O que a questão pede?
Para identificar a alternativa que define corretamente a participação de não controlador de acordo com a NBC TG 36.

2º) Qual estratégia vamos usar para resolver?
Essa questão trata de uma definição apresentada na NBC TG 36. A maneira mais segura de responde-la é conhecendo a definição, mas também é possível utilizar um pouco de raciocínio lógico para chegar à alternativa correta.

Não quero apenas apresentar a resposta correta e onde ela pode ser encontrada. Além disso, quero tentar ajudar os candidatos a entenderem que algumas questões podem ser resolvidas se tivermos a capacidade (e tempo) para utilizar de ferramentas alternativas.

Vamos pensar um pouco. A questão está abordando as Demonstrações Contábeis Consolidadas e quer saber sobre a Participação de Não Controladores. Obviamente, podemos concluir que além desses há os Controladores.

Em cima disso, vamos construir um raciocínio lógico da maneira mais simples possível e para isso. Para isso, teremos a empresa A que será nossa Controlada.

Como o próprio nome já diz, a empresa A é Controlada por outras entidades. Aqui, hipoteticamente, a Controladora será a empresa B que possui 80% da empresa A.

Temos, também, a empresa C que detém os outros 20% e apesar de possuir participação na empresa A ela não tem controle sobre ela e por isso ela é uma Não Controladora.

Agora que temos definido nosso contexto hipotético, vamos para o raciocínio lógico.

De tudo que a empresa A possui, iremos atribuir 80% para a empresa B que é Controladora e o restante, ou seja, tudo que não for atribuível para a empresa B será da empresa C que é Não Controladora.

Agora, vamos ver se a definição da NBC TG 36 faz sentido:

Participação de não controlador é a parte do patrimônio líquido da controlada não atribuível, direta ou indiretamente, à controladora.

Esse texto é exatamente igual ao apresentado pela alternativa “D”
Nesse caso, a alternativa “A” poderia causar dúvida na hora de assinalar, mas lembre-se que quando uma empresa tem participação em outra, ela não participa apenas nos ativos, ela também tem participação nos passivos, sendo assim, faz muito mais sentido que a parte que deve ser atribuída aos Controladores e Não Controladores seja o Patrimônio Líquido, já que ele é a parte residual dos ativos depois de deduzidos todos os passivos.

Resolução em vídeo elaborada pela Prof.ª Yasmin:


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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Questão 13 – CRC 02/2017 – Prova Bacharel – Contabilidade Geral

Uma Sociedade Empresária apresentou as seguintes informações quanto aos saldos de suas contas patrimoniais em 31.12.2016:
(clique na imagem para ampliar)
Considerando-se apenas as informações apresentadas, é CORRETO afirmar que:

a) o saldo do Ativo Circulante é de R$234.895,00.
b) o saldo do Ativo Não Circulante é de R$166.525,00.
c) o saldo do Passivo Circulante é de R$174.678,00.
d) o saldo do Patrimônio Líquido é de R$179.282,00.

Gabarito: “A”

Resolução em texto elaborada pelo Prof. Thiago Chaim:

1º) O que a questão pede?
Para identificar a alternativa que apresenta o saldo correto.

2º) Qual estratégia vamos usar para resolver?
Para resolver essa questão, bastava fazer a classificação das contas contábeis. Diferente da questão 08 que pedia o Ativo total, aqui era necessário separar o Circulante do Não Circulante e o Patrimônio Líquido.

Então, para começar, vamos classificar todas as contas.

Banco c/ Movimento
Ativo Circulante
Caixa
Ativo Circulante
Capital a Integralizar
(-) Patrimônio Líquido
Capital Subscrito
Patrimônio Líquido
Depreciação Acumulada de Edificações de Uso
(-) Ativo Não Circulante
Duplicaras a Receber – Curto Prazo
Ativo Circulante
Duplicatas Descontadas – Curto Prazo
Passivo Circulante
Edificações de Uso
Ativo Não Circulante
Empréstimos a Pagar – Curto Prazo
Passivo Circulante
Empréstimos a Pagar – Longo Prazo
Passivo Não Circulante
Encargos Financeiros a Transcorrer – Curto Prazo
(-) Passivo Circulante
Fornecedores – Curto Prazo
Passivo Circulante
ICMS a Recuperar – Curto Prazo
Ativo Circulante
Mercadorias para Revenda
Ativo Circulante
Reservas para Contingências
Patrimônio Líquido
Telefone a Pagar – Curto Prazo
Passivo Circulante

Não esqueçam que para a resolução dessa questão, as informações de curto prazo e longo prazo são importantes.

A dica que eu dei na resolução da questão 08, também ajuda a resolver essa questão, por isso vou repetir aqui.

Sempre que tiver de classificar as contas, observe os termos utilizados nos nomes. Sempre que aparecer “a Receber”, “a Recuperar” ou “a Apropriar” é classificado como Ativo e sempre que aparecer “a Pagar”, “a Recolher” ou “a Transcorrer” é classificado como Passivo.
A duplicata descontada, nada mais é que um empréstimo que a empresa faz oferecendo a duplicata como garantia. No entanto, a empresa não transfere o risco da dívida.

O valor recebido pelo empréstimo deve ser contabilizado como passivo (circulante ou não circulante) e deve ser líquido dos encargos cobrados pelo banco, por esse motivo a conta de encargos a transcorrer reduz o valor do passivo.

A contrapartida dos encargos é feita em conta de despesa financeira.

Vamos começar, então, por calcular o valor do Ativo Circulante

Banco c/ Movimento
24.083,00
Caixa
2.043,00
Duplicaras a Receber – Curto Prazo
77.527,00
ICMS a Recuperar – Curto Prazo
2.851,00
Mercadorias para Revenda
128.391,00
TOTAL ATIVO CIRCULANTE
234.895,00

Logo de cara, já identificamos que a alternativa “A” está CORRETA.

Apenas com o objetivo de garantir que classificamos as contas do ativo circulante corretamente, vamos verificar se as outras alternativas, de fato, estão incorretas.

Edificações de Uso
183.904,00
Depreciação Acumulada de Edificações de Uso
(28.537,00)
TOTAL ATIVO NÃO CIRCULANTE
155.367,00

Alternativa “B” está INCORRETA.

Duplicatas Descontadas – Curto Prazo
32.000,00
Empréstimos a Pagar – Curto Prazo
79.068,00
Encargos Financeiros a Transcorrer – Curto Prazo
(2.161,00)
Fornecedores – Curto Prazo
91.950,00
Telefone a Pagar – Curto Prazo
3.660,00
TOTAL PASSIVO CIRCULANTE
204.517,00

Alternativa “C” está INCORRETA.

Capital a Integralizar
(11.158,00)
Capital Subscrito
150.625,00
Reservas para Contingências
28.657,00
TOTAL PATRIMÔNIO LÍQUIDO
168.124,00

Alternativa “D” está INCORRETA.

Resolução em vídeo elaborada pela Prof.ª Yasmin:


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